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Fumo passivo é o principal responsável pela sinusite crônica |
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A fumaça do cigarro dos outros é um dos principais culpados pelos casos de sinusite, de acordo com um estudo da Universidade de Brock, no Canadá. A doença é marcada por inflamação na cavidade nasal e nos seios da face, evolvendo coceira, coriza, congestão nasal e dores de cabeça. De acordo com os pesquisadores, o problema acomete um em cada seis americanos adultos, causando grande desconforto. A partir do estudo, os pesquisadores afirmam que o fumo passivo pode estar por trás de 40% dos casos de sinusite crônica nos Estados Unidos. Para chegar a esse resultados, a pesquisa, publicada na edição de abril da revista Archives of Otolaryngology, avaliou 306 adultos não-fumantes que desenvolveram a condição de sinusite e 306 não-fumantes saudáveis. Através do acompanhamento desses voluntários, os pesquisadores descobriram que os participantes que ficam muito expostos à fumaça do cigarro dos outros - especialmente no ambiente de trabalho e em ocasiões sociais, como festas e encontros - triplicaram as chances de desenvolver a doença crônica. Dentro do primeiro grupo, as análises mostraram que a exposição ao fumo passivo em casa era de 13%, 19% no trabalho e 51% em encontros sociais privados. Comparados com o grupo de pessoas saudáveis, esse números foram bem menores: 9% em casa, 7% no ambiente de trabalho e 28% nos encontros sociais. O coordenador do estudo Martin Tammemagi disse, em comunicado à imprensa americana, que estava surpreso em descobrir que mais da metade da população (53% das pessoas) tem alguma exposição ao tabagismo passivo. O médico ressaltou a necessidade de mais investimento do governo para reduzir esse número. |
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fonte: www.cidadederibeiraopreto.com.br, 04 Maio de 2010. |
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O fumo e a gravidez |
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Fumar durante a gravidez traz sérios riscos. Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia (sangramento) ocorrem mais freqüentemente quando a mulher grávida fuma. A gestante que fuma apresenta mais complicações durante o parto e têm o dobro de chances de ter um bebê de menor peso e menor comprimento, comparando-se com a grávida que não fuma.Tais agravos são devidos, principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno. Um único cigarro fumado por uma gestante é capaz de acelerar, em poucos minutos, os batimentos cardíacos do feto, devido ao efeito da nicotina sobre o seu aparelho cardiovascular. Assim, é fácil imaginar a extensão dos danos causados ao feto, com o uso regular de cigarros pela gestante. Os riscos para a gravidez, o parto e a criança não decorrem somente do hábito de fumar da mãe. Quando a gestante é obrigada a viver em ambiente poluído pela fumaça do cigarro ela absorve as substâncias tóxicas da fumaça, que pelo sangue passa para o feto. Quando a mãe fuma durante a amamentação, a nicotina passa pelo leite e é absorvida pela criança. Efeitos da Fumaça sobre a Saúde da Criança Se a mãe fuma depois que o bebê nasce, este sofre imediatamente os efeitos do cigarro. Durante o aleitamento, a criança recebe nicotina através do leite materno, havendo registro de intoxicações atribuíveis à nicotina (agitação, vômitos, diarréia e taquicardia) em filhos de mães fumantes de 20 ou mais cigarros por dia. Em recém-nascidos, filhos de mães fumantes de 40 a 60 cigarros por dia, observou-se acidentes mais graves como palidez, cianose, taquicardia e crises de parada respiratória, logo após a mamada. Estudos mostram que crianças com sete anos de idade, nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros por dia durante a gestação, apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras crianças: observou-se atraso de três meses para a habilidade geral, de quatro meses para a leitura e cinco meses para a matemática. Há também uma maior prevalência de problemas respiratórios (bronquite, pneumonia, bronquiolite) em crianças de zero a um ano de idade que vivem com fumantes, em relação àquelas cujos familiares não fumam. Observa-se que, quanto maior o número de fumantes no domicílio, maior o percentual de infecções respiratórias, chegando a 50% nas crianças que vivem com mais de dois fumantes em casa. É, portanto, fundamental que os adultos não fumem em locais onde haja crianças, para que não as transformem em fumantes passivos. |
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fonte: www.tabagismoumadoenca.hpg.ig.com.br, 01 Maio de 2010. |
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Cuidado com o cigarro |
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Os malefícios do fumo não se resumem à saúde, você sabia? Além de fazer mal para a saúde e causar ataque cardíaco, por exemplo, o cigarro também pode diminuir o QI (quociente intelectual) de uma pessoa. Esse foi o resultado de um estudo feito pelo Centro Médico Sheba do Hospital Tel Hashomer, localizado em Israel, com 20 mil voluntários jovens. Se você fuma, o Nube vai te auxiliar a fazer um balanço dos benefícios e malefícios desse hábito para a sua vida e sua carreira. Confira. Segundo um levantamento realizado pela Catho Online com 4,1 mil gestores de RH, mais de 81% dos consultados declararam ter alguma restrição à contratação de fumantes. E acredite: o índice de rejeição foi ainda maior entre os presidentes e diretores. Após a aprovação da Lei Antifumo na cidade de São Paulo, em 7 de agosto de 2009, muitos jovens foram obrigados a criar novas regras para se adaptarem à exigência, até mesmo, no ambiente corporativo. Alguns deixaram de lado o tabaco e outros diminuíram o seu uso, no entanto, a maioria optou por criar regras para não deixar esse vício atrapalhar o rendimento e a imagem profissional. Além dos conhecidos problemas físicos e financeiros de fumar, o costume influencia sim na conquista de uma vaga de estágio. Empresas do ramo químico, por exemplo, contratam apenas não-fumantes por um critério de segurança. Além disso, escritórios localizados em prédios não disponibilizam um local para esses colaboradores fumarem. “O fumódromo foi proibido no ambiente corporativo, com isso, aumentou o período de pausas durante o expediente para quem tem o vício. Os gestores optam por não contratar colaboradores de tal perfil por inúmeros motivos, entre eles está política interna de cada empresa”, afirma Natália Caroline, coordenadora de seleção do Nube. De acordo com o presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas de Campinas, José Antonio Cremasco, as empresas devem estipular regras relacionadas ao consumo de cigarro. Para ele, o empregador deve deixar claro quantas vezes o funcionário pode sair para fumar e, só depois disso, poderá punir quem descumprir a regra. Lembre-se: essa punição pode ser desde uma advertência verbal até a rescisão do seu estágio. Vale a pena refletir: o fumo é responsável por 30% das mortes por câncer. Os principais são câncer de boca, laringe, pulmão, esôfago, pâncreas, rim bexiga e colo de útero. Doenças como bronquite, pneumonia, enfisema pulmonar, infarto e derrame também são recorrentes em fumantes. Além disso, ainda pode prejudicar sua imagem profissional. Será que vale a pena ficar nessa? Conheça também sobre como o cigarro pode causar prejuízos na sua vida financeira. Faça os cálculos do quanto em www.igf.com.br/calculadoras/cigarro-tabagismo.aspx O Nube torce por você. A decisão é sua. |
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fonte: http://www.nube.com, 30 Abril de 2010. |
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Tabagismo pode estar nos genes |
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Para algumas pessoas deixar de fumar pode ser particularmente difícil na medida em que a dependência poderá ser, em parte, de origem genética, sugerem três estudos publicados na revista Nature Genetics. dos trabalhos, que contou com a participação de 74 053 pessoas, identificou três regiões genéticas relacionadas com a quantidade de cigarros fumados por dia. “As variações genéticas associadas ao tabagismo, localizadas no cromossoma 15, estão situadas numa região que contém os genes receptores da nicotina”, esclarece Helena Furberg, da Universidade da Carolina do Norte. No segundo estudo, liderado por Clyde Francks da Faculdade de Oxford, foi identificado um grupo de genes, alojado no cromossoma 15q25, que está associado à quantidade de cigarros fumados por dia. Este trabalho contou com a participação de 40 mil voluntários. Por fim, a terceira investigação, de origem islandesa, chegou à mesma conclusão que os estudos anteriores: alguns genes do cromossoma 15 estão directamente ligados ao consumo de tabaco. Quatro genes identificados, A análise aos dados de mais de 70 mil fumadores permitiu identificar dois genes (CYP2A6 e CYP2B6) envolvidos no metabolismo da nicotina e outros dois (CHRNB3 e CHRNA6) que desempenham um papel na forma como o corpo processa a nicotina. Os cientistas salientam ainda que algumas destas regiões foram também associadas à predisposição para o cancro do pulmão. Estas variantes genéticas, agora identificadas pelas diferentes equipas, “levantam a questão sobre se o risco de cancro do pulmão se relaciona com o comportamento tabágico ou com a maior vulnerabilidade aos efeitos nocivos do tabaco”, escrevem os autores. |
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fonte: ttp://www.cienciahoje.pt, 29 Abril de 2010. |
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"Doces" com tabaco podem envenenar crianças, diz pesquisa |
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Uma nova geração de produtos derivados do tabaco e que se parecem com balas e gomas de mascar podem ser fatais para crianças que confundí-los com doces, de acordo com pesquisadores da Harvard School of Public Health - em Boston, nos Estados Unidos - e dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês). As informações são da CNN. Segundo Greg N. Connolly, do Grupo de Pesquisa e Controle do Tabaco, de Harvard, as crianças podem confundir os produtos que são deixados pelos pais ao seu alcance. Esses novos derivados do tabaco contém nicotina - que, de acordo com o cientista, é literalmente um veneno -, mas, ao contrário do cigarro, não são fumados, e sim ingeridos. A pesquisa liderada por Connolly indica que esses produtos são a segunda causa mais comum para o envenenamento por nicotina em crianças, atrás apenas dos cigarros. Dos 13.705 casos de ingestão de tabaco - muitas vezes os cigarros são engolidos - relatado por 61 centros de envenenamento, entre 2006 e 2008, a grande maioria dos casos foi de crianças, sendo que em 1.768 das vezes envolveu esses produtos que não produzem fumaça. De acordo com a reportagem, pelo menos três "doces" de nicotina estão em teste em três cidades: um que lembra uma bala ou uma pastilha e tem sabor de menta; outro do tamanho de um palito e que se dissolve na boca; e o último que lembra gomas de mascar para refrescar o hálito. Esses produtos não servem para ajudar os dependentes a pararem de fumar, mas são vistos como uma alternativa para os lugares onde o cigarro não é permitido. O porta-voz da empresa responsável disse à reportagem que a embalagem é "100% resistente às crianças", em conformidade com a legislação e, além disso, o rótulo deixa claro que é para manter fora do alcance delas. Por outro lado, os pesquisadores afirmam que as crianças podem ter acesso aos "doces" mesmo assim e que, com menos de 0,5 miligramas de nicotina por cada quilo de peso corporal, uma criança pode morrer envenenada. Uma análise química indica que o produto que lembra uma bala tem cerca de 0,83 mm de nicotina em cada unidade. A substância ainda passa por um processo que permite absorção mais rápida e pode ser mais tóxica que outras formas da droga. "Uma pequena pastilha com liberação rápida de nicotina e uma criança jovem com pouco peso pode ser um problema muito sério", diz o cientista. |
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fonte: noticias.terra.com.br, 19 Abril de 2010. |
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Cigarro provoca queda de cabelo |
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Todo mundo sabe que fumar faz muito mal à saúde. E também à beleza. Por isso, se você é fumante, mas fez questão de ter um cabelo lindo, não resta alternativa a não ser largar o vício. O cigarro, além de estragar os fios e acabar com a saúde deles, deixa um cheiro horrível. Sem contar que é uma das principais causas da queda de cabelos nas mulheres. Tudo isso acontece porque a nicotina diminui a circulação sanguínea e impede que o ferro, vitaminas, proteínas, aminoácidos e outros nutrientes cheguem à raiz dos fios. Para começar a aparecer os primeiros efeitos negativos, não é necessário muito tempo. Um ano de vício já é o suficiente. Alteração na cor e na textura dos fios são os primeiros sinais da ação da nicotina nas madeixas. Como a fumaça do cigarro é oxidante, ela deixa o cabelo mais ressecado, frágil e sem brilho, potencializando o envelhecimento tanto do fio como do couro cabeludo. “Quem fuma sofre uma descamação maior da pele do couro cabeludo. Essas células mortas, somadas aos resíduos de químicas e produtos, asfixiam o bulbo, o que dificulta a nutrição e a lubrificação dos fios. Daí a aparência opaca e sem vida de muitos cabelos”, explica a terapeuta capilar Sheila Bellotti. A boa notícia é que os efeitos nocivos do cigarro podem ser revertidos. Basta parar de fumar e logo as diferenças começam a surgir. Em três ou quatro semanas já é possível perceber as melhorias na aparência e na saúde dos fios. Para apressar ainda mais o processo, as ex-fumantes também podem apostar em tratamentos de limpeza profunda dos fios e do couro cabeludo |
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fonte: www.diariodopara.com.br, 19 Abril de 2010. |
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Benefício do vinho é anulado pelo cigarro |
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A dose moderada de álcool que pode prevenir contra derrames não adianta nada se for acompanhada por cigarro. A conclusão é de uma pesquisa no Reino Unido, que acompanhou 20 mil pessoas por 12 anos. Dessas, 900 tiveram derrames. Entre as que tomavam até duas taças de vinho por dia, houve risco 37% menor de derrame. Mas só para as que não fumavam. A ocorrência da doença foi a mesma entre os fumantes que bebem moderadamente e os que não bebem. |
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fonte: abran.org.br, 18 Abril de 2010. |
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Restrição ao cigarro reduz internações hospitalares, diz estudo |
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Uma revisão de 50 estudos internacionais sobre os efeitos da proibição do fumo em locais públicos indica que esse tipo de medida reduz a exposição ao fumo passivo e as internações hospitalares por problemas cardíacos. O trabalho, encabeçado pela pesquisadora Joanne E. Callinan, do Centro de Saúde Milford, na Irlanda, foi realizado para a Cochrane Colaboration, uma organização sem fins lucrativos de levantamento de informações médicas. Exame genético pode detectar fumantes com alto risco de câncer "Houve evidência consistente da redução de internações hospitalares por eventos cardíacos, bem como a melhoria de alguns indicadores de saúde" após a proibição do fumo, escrevem os autores num resumo do trabalho. Foram analisados estudos que descreviam proibições legislativas ao fumo, e que tivessem um período de acompanhamento de pelo menos seis meses das mudanças nos comportamentos relativos ao tabaco. Os pesquisadores não encontraram variações expressivas no fumo passivo dentro de automóveis ou em residências, mas "evidência consistente" de queda no fumo passivo em locais de trabalho, restaurantes, bares e áreas públicas. Os autores concluem que a imposição de leis proibindo o fumo leva a uma redução da exposição ao fumo passivo. A população mais beneficiada, segundo o levantamento, foram os funcionários da indústria da hospitalidade, como hotéis e restaurantes. Há pouca evidência do impacto dessas medidas no fumo ativo, mas a tendência, diz o trabalho, é de queda. Os autores também notam que o apoio popular às proibições cresce depois que são implementadas. |
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fonte: http://www.estadao.com.br, 16 Abril de 2010. |
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Comprovada relação entre o cigarro e a depressão |
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A relação entre depressão e fumo, há muito observada por especialistas da saúde, é real e forte, mostra um novo relatório do governo americano. Pessoas a partir de 20 anos com depressão têm duas vezes mais chances de serem fumantes, descobriram os pesquisadores dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC). A magnitude da relação é surpreendente, afirma a pesquisadora Laura Pratt, epidemiologista do Centro Nacional de Estatística de Saúde, dos CDC, que publicou os resultados em 14 de abril. "A relação entre depressão e cigarro se fortaleceu ao longo do tempo", disse. Em 1952 e 1970, conta ela, os estudos detectaram apenas uma ligação pequena e insignificante na população americana. Mas, quando Pratt e sua parceira de pesquisa Debra Brody analisaram dados de 2005 a 2008, extraídos da Pesquisa Nacional de Exames Médicos e Nutricionais, elas descobriram que: - Cerca de 43% dos adultos depressivos com 20 anos ou mais fumavam, em comparação a 22% dos não depressivos na mesma faixa etária. - Mulheres com depressão tinham proporções de fumantes semelhantes a homens com depressão, embora mulheres sem depressão fumassem menos do que os homens. - Com a piora do quadro depressivo, a porcentagem de adultos fumantes crescia. - Fumantes depressivos fumavam mais do que fumantes sem depressão. Adultos que tinham depressão e eram fumantes tinham menos chances de largar o cigarro do que fumantes sem depressão. - Cerca de 7% dos adultos americanos com 20 anos ou mais tiveram depressão de 2005 a 2008, revela o levantamento. Cerca da metade das pessoas de até 55 anos com depressão no período da pesquisa era fumante, mas menos de um quarto daqueles sem depressão na mesma faixa etária era fumante. Desde a divulgação dos males do cigarro em um relatório do órgão americano que supervisiona profissionais da saúde de 1964, o fumo de cigarro entre adultos caiu pela metade no país, mas cerca de 21% do total de adultos ainda fuma, observa o relatório. "Todo mundo sabe que gente com depressão tem mais probabilidade de fumar", disse Pratt, mas o que a surpreendeu, explica, foi a extensão dessa ocorrência constatada pelo estudo.Por exemplo, entre mulheres de 20 a 39 anos, o estudo revela que 50% daquelas com depressão fumavam, enquanto fumantes representavam apenas 21% daquelas sem depressão. Mesmo adultos com leves sintomas depressivos - aqueles que não se enquadrariam na depressão clínica - tinham mais chances de fumar do que pessoas sem sintomas de depressão, revelam as pesquisadoras. O motivo exato de as pessoas depressivas tenderem a fumar mais estava fora do escopo do estudo, afirma Pratt, mas algumas pesquisas sugerem que o comportamento pode ser um tipo de automedicação, com os cigarros de alguma forma agindo como calmantes ou um mecanismo de relaxamento. Stanton A. Glanzt, diretor do Centro para Pesquisa e Educação no Controle do Tabaco da Universidade da Califórnia, em São Francisco, afirma não ter se surpreendido com os resultados. Ele concorda com a ideia de que pessoas depressivas que fumam possam estar se automedicando. Parte do problema, afirma, é que profissionais de saúde mental demoram para lidar com o problema do tabaco. "Existe um mito no qual, se você lidar com a situação, encorajando o paciente a parar de fumar, fica mais difícil tratar a doença mental subjacente", disse Glantz. "A verdade é exatamente o oposto disso." |
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fonte: www.diariodopara.com.br, 16 Abril de 2010. |
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Tabagismo é tema de formação em Olinda |
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Nesta terça e quinta-feira (13 e 15 de abril), o auditório da Policlínica João Barros Barreto, Carmo, será palco de um encontro de formação sobre tabagismo destinado para profissionais Redutores de Danos, arte-educadores do Núcleo de Educação Popular em Saúde (NEPS), da Coordenação Saúde do Trabalhador, do programa Se Bole e do Centro de Assistência Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS ad) da Secretaria de Saúde do município. A formação acontece das 8h às 12h, e vai discutir o Panorama do Tabagismo no Brasil e no Mundo, Tabagismo Passivo, Dependência e Abordagem do Fumante. Segundo a coordenadora do Controle do Tabagismo no município, Maristela Menezes, a formação serve para promover o aumento de multiplicadores na rede do município. “O objetivo é incentivar a implementação de ações educativas para o controle do tabagismo, levando informações necessárias para transformar cada vez mais os ambientes em Livres do Fumo e diminuir a prevalência de fumantes na população”, enfatizou a coordenadora, acrescentado que pretende ampliar esses ambientes no município. Para se ter uma idéia, a pandemia do tabagismo é a maior causa de morte isolada prevenível da atualidade, matando mais do que a soma de pessoas com AIDS, dependência em cocaína, álcool, heroína, acidente de carro, incêndio, suicídio e homicídio. Vale salientar, que a nicotina é droga e só perde para o crack no critério de dependência. O tabagismo, que é a maior causa de morte no mundo, tem consequências que lesionam a vida humana, sendo 40% responsável pela causa de impotência sexual, 35% das mortes por doenças cardiovasculares, 30% das mortes por todos os tipos de câncer, 90% das mortes por câncer de pulmão e 85% das mortes por Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas – DPOC (enfisema pulmonar e bronquite crônica). Segundo o último relatório da Organização Mundial da Saúde – OMS “A menos que atuemos de maneira urgente, o tabagismo poderá matar um bilhão de pessoas até o fim deste século” (OMS, 2009). |
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fonte: www.olinda.pe.gov.br, 14 Abril de 2010. |
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