Cão fuma dois cigarros por dia e deixa dona preocupada

Um cachorro chamado "Tesouro", de Beijing, na China, é viciado em cigarro e precisa de, pelo menos, dois por dia. Segundo sua dona, Li, o cão de estimação inala fumaça desde que tinha cinco meses de idade. A chinesa contou ao jornal "Daily Mail" que, quando as pessoas estão fumando, o animal chega a se levantar para inalar a fumaça. Além disso, o cão adora comer pontas de cigarros. A dona, porém, anda preocupada com a saúde de seu animal de estimação. Após levá-lo a um veterinário, ela descobriu que o cão apresenta manchas em seus pulmões e seu coração e fígado são maiores do que o normal.

fonte: http://g1.globo.com/Noticias, 04 Março de 2010.

 

Tabagismo pode piorar esquizofrenia e transtorno bipolar

Pacientes com transtorno bipolar ou esquizofrenia têm pior prognóstico se forem fumantes, segundo estudo publicado na revista científica Comprehensive Psychiatry. O estudo mostra que os fumantes regulares têm piores resultados em termos de escores de depressão e transtorno bipolar, comparados aos não-fumantes, e também são mais propensos a ficarem mais tempo internados em um hospital. A pesquisa, que avaliou 240 pacientes psiquiátricos, confirma que as pessoas com transtorno bipolar têm taxas muito maiores de tabagismo do que a população geral - 51% contra 23%, respectivamente -, e o hábito de fumar estava associado à pior qualidade de vida geral entre esses pacientes. O tabagismo poderia agravar o ciclo bipolar, causando mais sintomas episódicos e aumentando a frequência das mudanças de humor. Além disso, o hábito de fumar pode interferir na eficácia e metabolismo dos medicamentos psicotrópicos.

fonte: www.correiodobrasil.com.br, 04 Março de 2010.

 

Cigarro é vilão em 95% dos casos de câncer de cabeça e pescoço, diz Ic

Cerca de 95% dos pacientes que desenvolvem tumores de cabeça e pescoço tem histórico de tabagismo ou são fumantes ativos. O dado é alarmante, segundo o setor de oncologia clínica do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), responsável pelo levantamento.

O estudo foi realizado com 327 pacientes tratados na especialidade de cabeça e pescoço do setor de oncologia e divulgado nesta terça-feira. A pesquisa revelou, também, que os homens são os mais atingidos pelos tumores nessa região, representando aproximadamente 90% dos pacientes atendidos.

Outro dado apurado foi que em 60% das pessoas atendidas, as neoplasias (tumores) estão localizadas na boca ou na faringe, o que também pode estar vinculado ao cigarro. "Outros fatores de risco importantes são o etilismo (consumo de bebidas alcoólicas em excesso) e infecção por papilomavírus humano (HPV)", informou o oncologista clínico do Icesp Gilberto Castro, por meio de assessoria.

O Icesp, que é ligado à Secretaria de Estado da Saúde, recebe semanalmente de cinco a dez novos casos de câncer na região da cabeça e pescoço. O número é considerado alto pelo especialista. Apesar desses tumores poderem ser diagnosticados precocemente, por estarem em locais visíveis, a maioria dos pacientes descobre a doença em estágio avançado, segundo o órgão.

Prevenção

Segundo o Icesp, alguns dos sintomas manifestados por esses tipos de cânceres podem ser manchas brancas na boca, dor, lesão ulcerada ou com sangramento e cicatrização demorada, nódulo no pescoço presente por mais de duas semanas, mudanças na voz ou rouquidão persistente e dificuldade para engolir.

A doença pode ser evitada com medidas simples, como não fumar nem consumir bebidas alcoólicas em excesso e dar preferência aos alimentos pobres em gordura e ricos em fibras. De acordo com o Instituo, também é importante que as pessoas criem o hábito de examinar a boca diante do espelho à procura de caroços, aftas, manchas brancas e outros ferimentos. Além disso, cuidar da higiene bucal e visitar o dentista periodicamente ajudam a detectar precocemente um câncer.

fonte: www1.folha.uol.com.br, 03 Março de 2010.

 

II Festival de Grafitagem Contra o Tabagismo em João Pessoa

O II Festival de Grafitagem - A Arte Vencendo o Tabagismo começou nesta terça-feira, dia 2. O público pode votar a partir desta terça-feira, dia 2, nos três melhores trabalhos. Foram inscritas 35 telas, sendo que 27, produzidas por 19 grafiteiros, foram selecionadas. A votação prossegue até o próximo dia 12.

A votação acontecem através do endereço eletrônico http://gti1.saude.pb.gov.br/questionario_grafite_2010/. Os vencedores serão premiados no dia 15 de março, Dia Estadual de Combate ao Tabagismo.

A promoção do festival é da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e a Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), em parceria com a Secretaria de Saúde de João Pessoa.

Para a realização do festival, a SES e a Agevisa se responsabilizaram pela compra das tintas e por todas as despesas do festival e o município de João Pessoa está dando apoio na divulgação e mobilização do evento.

Os trabalhos que integram o festival estão expostos em muros da avenida Epitácio Pessoa, (nas proximidades do Grupamento de Engenharia), Espaço Cultural, Busto de Tamandaré e no Hospital Municipal de Cabedelo.

Os autores dos trabalhos procuraram mostrar as crianças e os jovens para chamar atenção para o problema do tabagismo.

Para o diretor técnico da Agevisa, Jorge Alberto Molina, um dos objetivos do II Festival de Grafitagem é promover uma educação continuada juntos aos jovens para sobre os malefícios do fumo. Ele afirmou que “no momento em que contamos com a colaboração desses grafiteiros, buscamos também envolver toda a sociedade na luta contra o tabagismo”.

Em 2009, o festival contou com 43 trabalhos inscritos, sendo que 25 trabalhos de 18 grafiteiros foram selecionados. Os internautas escolheram as três que foram premiados pela SES. A grafitagem que ganhou o primeiro lugar serviu para ilustrar a camisa usada durante o Dia Mundial de Combate ao Tabagismo, lembrado em 31 de maio.

fonte: www.onorte.com.br, 03 Março de 2010.

 

Fumo e aneurisma

O risco de quem fuma ter um aneurisma aumenta significativamente se o indivíduo for portador de certas variantes genéticas comuns. A afirmação é de um estudo apresentado na Conferência Internacional da American Stroke Association's, realizado na semana passada em San Antonio, no Texas.

Joseph Broderick, professor da Universidade de Cincinnati, e colegas identificaram que as chances de desenvolver um aneurisma intracraniano aumentaram entre 37% e 48% para pessoas que tinham as variantes presentes nos cromossomos 8 e 9.

Mas, quando a presença desses genes era combinada com o hábito de fumar o equivalente a um maço de cigarros por dia, o risco aumentava mais de cinco vezes, de acordo com a pesquisa.

“É como acender um fósforo: fumar aumenta grandemente o risco de aneurisma em pessoas com susceptibilidade genética”, disse Broderick.

O estudo ressalta que o cigarro é a principal causa ambiental de aneurisma intracraniano. De 70% a 80% dos casos de aneurismas ocorrem em indivíduos que fumavam. No estudo, 82,5% dos participantes fumou em algum período da vida.

Aneurismas intracranianos também ocorrem em vários membros de famílias suscetíveis. Aneurisma é a dilatação irregular de uma artéria que pode se romper ou trombosar. O rompimento pode levar a uma hemorragia do tipo subaracnóidea. Quando isso ocorre, cerca de 40% dos pacientes morrem e a maior parte dos demais experimenta problemas sérios causados por danos ao cérebro promovidos pelo rápido sangramento.

Os cientistas examinaram 406 pacientes de famílias com pelo menos dois casos de aneurisma intracraniano e 392 outras pessoas no grupo de controle.

“É uma mensagem importante para os membros de famílias com casos de aneurisma: se você fumar estará multiplicando a predisposição genética”, disse Broderick. Segundo o pesquisador, todos os membros de famílias com casos de aneurisma intracraniano deveriam simplesmente parar de fumar. (Fonte: Agência Fapesp)

fonte: noticias.ambientebrasil.com.br, 02 Março de 2010.

 

Cheiro residual de cigarro também indica risco à saúde, diz estudo

Todos já conhecem os perigos do tabaco tanto para os fumantes ativos como para os passivos, mas um novo estudo revela que a fumaça que fica impregnada nos locais em que se fuma é nociva para a saúde.

Quando se acende um cigarro, a nicotina liberada em forma de fumaça pode ficar depositada por meses nas paredes, móveis e cortinas, segundo o estudo publicado nos Anais da Academia Americana de Ciências (PNAS, sigla em sigla).

"Nosso estudo revela que, quando a nicotina residual reage com o ácido nitroso do ambiente, forma nitrosaminas cancerígenas específicas do tabaco", explica Hugo Destaillats, um dos autores do estudo. "Estas nitrosaminas são as cancerígenas mais ativas e potentes associadas ao tabaco", enfatizou.

A exposição a estas nitrosaminas passa geralmente pela inalação de pó ou pelo contato da pele com as almofadas, cortinas ou roupas, o que torna as crianças ainda mais vulneráveis, acrescentou.

fonte: www1.folha.uol.com.br, 09 Fevereiro de 2010.

 

Indústria deverá revelar fórmula exata de cigarro nos EUA

A partir de junho, a indústria de cigarro nos Estados Unidos terá de informar a fórmula exata de seus produtos e os estudos relacionados aos efeitos deles à FDA, órgão que regula alimentos e fármacos.

A decisão, embora valha para todos os remédios há décadas, é inédita para a indústria do tabaco. Há cerca de 46 milhões de fumantes nos EUA.

As novas informações devem ajudar a FDA a descobrir quais ingredientes podem tornar o tabaco mais viciante. Deverá ser possível, também, estabelecer limites para substâncias como cacau e café, que melhoram o sabor.

fonte: www1.folha.uol.com.br, 19 Janeiro de 2010.

 

Fumante é mais suscetível a sofrer de dores lombares, diz análise

Fumantes, especialmente os mais jovens, têm mais probabilidade de apresentar dores lombares do que pessoas que nunca fumaram. A conclusão é de uma metanálise publicada na edição de janeiro do "American Journal of Medicine".

Para saber se o tabagismo aumenta a incidência de dores nas costas, um tema ainda controverso, cientistas do Finnish Institute of Occupational Health revisaram 40 estudos de várias partes do mundo que envolveram dores lombares e fumantes, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram, feitos entre 1966 e 2009.

Eles concluíram que, apesar de os dados não provarem que o tabagismo leva à dor nas costas, as pesquisas sugerem uma associação entre o fumo e a dor -que mostrou-se mais forte nos casos em que a dor era crônica ou debilitante. Os adolescentes também são mais vulneráveis à dor que os adultos.

Não se sabe qual é a relação entre os dois fatos, mas as hipóteses incluem uma redução do fornecimento de sangue para a espinha dorsal, um risco mais alto de osteoporose e a circulação aumentada de substâncias relacionadas à dor no organismo dos fumantes.

fonte: http://gazetaweb.globo.com, 13 Janeiro de 2010.

 

OMS: mais de 94% da população mundial está exposta a fumo passivo

Em seu relatório sobre a Epidemia Global do Tabaco, a OMS disse que políticas antifumo são cruciais para reduzir o dano causado pelo fumo passivo, que estaria matando prematuramente 600 mil pessoas por ano, além de causar doenças incapacitantes e prejuízos de dezenas de bilhões de dólares.

O relatório, no entanto, aponta alguns progressos. Em 2008, cerca de 154 milhões de pessoas (2,3% do total mundial) foram beneficiadas por novas leis antifumo. Mas os governos ainda precisam agir com rapidez para evitar muitas outras mortes.

"O fato de mais de 94% das pessoas continuarem desprotegidas por leis antifumo abrangentes mostra que é preciso muito mais trabalho", disse Ala Alwan, especialista da OMS em doenças não-transmissíveis.

Há provas científicas irrefutáveis de que a exposição à fumaça de cigarros causa morte e doenças graves. Nas últimas quatro décadas, a prevalência de fumantes caiu em países ricos, mas vem crescendo em grande parte do mundo em desenvolvimento.

A OMS disse que em 2008 sete países --Colômbia, Djibuti, Guatemala, Maurício, Panamá, Turquia e Zâmbia-- adotaram leis abrangentes contra o fumo, elevando para 17 o total de países com tal legislação.

O tabagismo mata mais de 5 milhões de pessoas por ano no mundo. Em agosto, a Fundação Mundial do Pulmão estimou que o fumo possa matar 1 bilhão de pessoas neste século.

"A não ser que uma ação urgente seja tomada para controlar a epidemia tabagista, o número anual de mortes pode subir para 8 milhões até 2030", disse o relatório da OMS. "Mais de 80 por cento dessas mortes prematuras ocorrerão em países de renda baixa e média - em outras palavras, precisamente onde é mais difícil evitar e arcar com tais perdas tremendas."

A OMS apontou uma enorme carência de verbas nos esforços contra o tabagismo - para cada 173 dólares recolhidos em impostos sobre o tabaco, só 1 dólar é gasto em medidas para tentar ajudar a população a parar de fumar.

Os avanços na proibição da propaganda e na taxação de cigarros pararam, disse o relatório, e 95 por cento das pessoas vivem em lugares onde o imposto representa menos de 75 por cento do preço de varejo do produto.

A OMS conclamou os governos a implementarem as regras da sua convenção-quadro sobre o controle do tabagismo, assinada por 170 países.

Essa convenção prevê medidas para evitar o consumo direto de cigarros e o fumo passivo, para oferecer apoio a quem quiser deixar o hábito, para proibir a publicidade e para elevar impostos sobre o tabaco.

No momento, menos de 10% da população mundial está coberta por alguma dessas medidas, segundo a OMS.

fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/, 11 Dezembro de 2009.

 

Tabagismo afeta principalmente negros e pobres

Dos quase 25 milhões de brasileiros com mais de 15 anos de idade que eram fumantes no ano passado, a grande maioria era negra, de baixa renda e baixa escolaridade, mostrou um estudo inédito do IBGE divulgado nesta sexta-feira. "O perfil do fumante é bem claro. As classes baixas fumam mais e, consequentemente, quanto menor a escolaridade maior é a incidência do tabaco. A cor da população também influencia", disse à Reuters Cimar Pereira Azeredo, coordenador da pesquisa.

O estudo mostrou que 17,2 por cento da população com idade superior a 15 anos consumia derivados de tabaco no ano passado, ou o equivalente a 24,6 milhões de pessoas. Os homens fumam mais que as mulheres, de acordo com o levantamento. Enquanto a incidência entre os homens é de 21,6 por cento, entre as mulheres é de 13,1 por cento.

Apesar de mais da metade dos fumantes ter como renda um salário mínimo por mês, o gasto médio com cigarro no ano passado das pessoas que fumam foi de 78,43 reais mensais. Na região Sul, esse gasto se aproximava dos 100 reais, segundo o IBGE. O estudo apontou ainda que a escolaridade é um dos fatores que influencia na idade em que a pessoa começa a fumar. Entre as pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudo, a proporção dos que começaram a fumar antes dos 15 anos de idade chega a 40,8 por cento. "Fumar no Brasil é um ato cultural", afirmou o economista.

Os ex-fumantes somavam, no ano passado, 26 milhões de pessoas, ou 18,2 por cento da população de 15 anos ou mais e 22 por cento dos não fumantes. As regiões Sul e Nordeste concentravam os maiores percentuais de fumantes. "O Sul é a principal região produtora do país e há o hábito de se fumar. A incidência do tabagismo é maior no meio rural", disse o coordenador do levantamento. "No Nordeste, há uma concentração grande de negros, pobres e de pessoas de menor escolaridade. Esse é o perfil do fumante no Brasil", acrescentou.

O Acre tinha o maior percentual de fumantes de tabaco (22,1 por cento) e Sergipe, o menor (13,1 por cento). Apenas 12,2 por cento dos fumantes declararam consumir tabaco ocasionalmente, o restante fumava diariamente, de acordo com o estudo.

As pessoas com idade entre 45 e 64 anos são as que fumam mais, porém, é na juventude que acontece o primeiro contato com o cigarro. "O acesso acontece principalmente antes de se atingir a maioridade. É preciso se pensar em políticas públicas para isso", disse Azeredo.

A grande maioria dos fumantes (93 por cento) afirmava saber que o cigarro pode causar doenças graves, e um pouco mais da metade deles (52,1 por cento) disse que pensava ou planejava parar de fumar. "As pessoas sabem dos malefícios do tabaco como câncer, AVCs (acidentes vasculares cerebrais) e outros transtornos, mas não conseguem parar", disse o pesquisador.

fonte: http://www.netsite.com.br, 27 Novembro de 2009.

 
Ver todas