Existem 1,1 bilhão de fumantes no mundo consumindo cerca de 6 trilhões de cigarros por ano. No Brasil existem 30,6 milhões de fumantes acima dos 15 anos de idade. A cada ano 3 milhões de pessoas morrem em todo o mundo em decorrência de doenças associadas ao fumo. No Brasil morrem 100 mil pessoas por ano de doenças relacionadas diretamente ao fumo. São de 8 a 10 pessoas por hora.

1/3 dos homens e 1/4 das mulheres acima de 15 anos no Brasil são fumantes. 70% adquirem o hábito de fumar entre os 14 e 17 anos. Dos 35 aos 69 anos, 1/3 das mortes no mundo é relacionado ao fumo, que rouba em média de 7 a 10 anos de vida dos fumantes.

90% dos casos de câncer do pulmão estão associados ao fumo, 30% de todos os outros cânceres, 85% das doenças pulmonares obstrutivas (enfisema e bronquite) e 50% das doenças cardiovasculares. A probabilidade dos fumantes se tornarem sexualmente impotentes é duas vezes maior do que nos homens que não fumam (Pesquisa realizada em 4.462 pessoas entre 31 e 49 anos, pelo Depto. de Urologia do Centro Médico Universidade de Boston).

Das 4.720 substâncias contidas no cigarro cerca de 60 a 70 são cancerígenas. O fumante passivo tem um risco 30% maior de morrer por doença cardiovascular ou câncer de pulmão do que quem não está exposto diariamente à fumaça dos cigarros Nas fumantes a menopausa se antecipa cerca de 5 anos.

A nicotina é a grande responsável pela sensação de impacto eufórico que se segue a uma tragada. Bastam de 7 a 8 segundos para o fumante sentir seus efeitos estimulantes. A quantidade de nicotina de apenas um cigarro é suficiente para matar uma pessoa se for injetada na veia. Os teores de nicotina nos cigarros brasileiros são de duas a três vezes mais do que o necessário para gerar dependência.

Os números internacionais informam que o consumo do cigarro está caindo nos países do hemisfério norte, a uma proporção de 1,5% ao ano, e subindo, na mesma proporção no hemisfério sul.